30 de janeiro de 2011

Liberdade...na internet?

LIBERDADE: Cada vez mais me deparo com essa palavra. Seja em forma de pensamento, de desejo ou de ação. Cada vez mais essa palavra e toda a sua intensidade me faz pensar muito sobre o seu real sentido e enfim. o que é ter liberdade? Não sei, realmente estou buscando essa liberdade. A cada dia, a cada novo passo. Se libertar é ainda mais complexo. Não envolve só a liberdade em si, mas a responsabilidade de colocar nas mãos algo que nem sempre é certo e sólido. Algo colocado sobre nós que só diz respeito a nós mesmos.

E como se libertar com tanta rede social na internet?

Enfim, eu tenho odiado redes sociais, seja Facebook, Twitter, MySpace, Msn (como uma rede também). Tenho odiado por me deparar com notícias, fatos, fotos, mensagens de amigos que estão tão longe de mim, em sua maioria. E que por muitas ocasiões só sabem da minha vida se eu "a posto" em alguma dessas redes.

Ora, que tipo de "amigos" são esses?

Pessoas atentas as minhas atualizações, que querem "obter" informações e organizá-las numa caixa chamada computador?

Não, esses não são meus amigos.

São pessoas que participam da mesma rede que eu, e que por uma razão ou outra eu dei a "permissão" de compartilhar minhas coisas com estes.

As pessoas saem e tiram fotos pensando na publicação.
Aonde ficaram aquelas tardes de amigos em que estes mostravam seus álbuns e davam risadas regados a chimarrão ou cerveja? Aonde ficaram estes álbuns, aliás? o.O

Tenho saudades disso e penso seriamente em me "desligar" dessa vida virtual. E essa ideia tem crescido muito e muito.

Muitas pessoas não conseguem mais viver sem publicar, twittar, blogar, responder, curtir e comentar. Oras, quanto tempo se perde se relacionando com uma máquina e quanto tempo se leva pra ver que o contato mais profundo e sincero é um sorriso ou um olhar?

Pois é, admito que perdi muito tempo da minha vida em cima disso, mas, sempre é a hora de dizer chega de uma vida virtual para dar atenção integral a vida real.

Assim sendo, me despeço, com sorrisos reais ou quase.

Bru.

21 de janeiro de 2011

sem pré-ocupações da mente

Me deu uma vontade de escrever, mas não sei sobre o que. Venho tentando a cada dia em pré-ocupar cada vez menos nas minhas ações. Não me ocupar do que estarei fazendo daqui a algum tempinho, pra poder me centrar mais e mais no meu aqui-e-agora. Vem dando certo e deve ser por isso que chego até a tela de nova postagem, sem ideias na cabeça e não me preocupo com isso. Se ideias vierem, eu escrevo, senão, há o ponto final pra tudo.

Lembro de semana passada, eu pegar um onibus e eu não sabia nada do trajeto dele, só sabia que ele passava perto da onde eu queria ir. Ele virou uma rua e começou a dar muitas voltas, e eu pensando, calma, ele vai chegar lá. Não me preocupei, não falei com ninguém, simplesmente esperei o que ia me acontecer. Logo depois, ele chegou ao meu destino e desci, faceira da vida. Pode ser um exemplo tolo, e há quem pense, "tu ainda pode te dar mal assim", mas uns tempos atrás, parece que minha auto-confiança aumentou e posso ir mais segura naquilo que quero e saber o que quero e enfim, conseguir. Seja o destino que tenho que chegar, seja as metas que tenho que cumprir.

Parece, que quando tu sabe o que tu realmente quer e age pra isso, acontece! Sério.
Isso é bom, é mágico.

tentem viver mais a viagem que chamamos vida, além de planejá-la e enchê-la de preocupações que muitas vezes não tem fundamento real.

14 de dezembro de 2010

Olhando para mim.

"De repente, eu
Olhei-te distante na estrada.
Acenamos, um para o outro.
Acabou.

Se foi (não importa o que)
Mas foi
Hoje é um amanhã recebido.
Não um ontem ressequido.

Vi-te distante, distante
Na estrada
Vi-me, de repente;
De repente, vi.
De repente, eu."

(Leandro Tripodi, 2008)

4 de dezembro de 2010

27 de novembro de 2010

Meu mundo

Semanas atrás, participei de uma técnica vivencial, onde, deveria refletir um pouco sobre como é o meu mundo. Que formas ele tem. Que cores ele tem. Que lugar eu ocupo nesse mundo. Que objetos prontos existem nele. O quanto de abstrato ele é. A partir disso, deveria traçar esse meu mundo em uma folha de papel. Dar a ele, alguma forma, mesmo que abstrata, me ver sendo autora e atuante desse meu mundo.
Ao abrir os olhos, pensei em cores vivas, só pegava as cores de lápis vivas ao meu redor. Comecei a traçar linhas onduladas, saídas da parte de baixo da folha, que estava na horizontal. Pensei que estava fazendo chamas de fogo. E de fato, queria desenhar um fogo. Usei de várias cores, para representar esse fogo. Pensei em formatar uma fogueira, e assim a fiz, colocando lenha embaixo desse fogo. Fiz as faíscas brilhantes saindo desse fogo.
Comecei a pensar em como tenho uma vida iluminada e o quanto me preocupo em ser quente na vida. Expressar meus reais sentimentos, buscar aquilo que quero e me renovar a cada nova lenha depositada.
Pensei muito em como estou num momento quente, cheio de vida, em como meu fogo está vívido e em como tenho escolhido as lenhas certas para me manter bem. Meu mundo é esse. Vivo, cheio de sonhos, quente, colorido e reconfortante. Escolho as lenhas para fortificar meu mundo e sigo, sem deixar que minha chama se apague. Constituindo este, um grande desafio pra mim. E um grande aprendizado.
E você? Como é o seu mundo?

11 de setembro de 2010

fase boa

ando afastada das postagens por aqui, mas, ando bem próxima do meu verdadeiro eu e da minha vida. todos os dias quando me levanto, sinto uma alegria em ir para aonde vou e quando retorno a casa, sinto alegria também. estou numa boa fase, fase boa. num momento de descoberta eu diria, num momento de integração, não teórico prática como costumo fazer na faculdade, mas uma integração sentimento-vivência. se é assim posso denominar.

creio que, estou trilhando os melhores caminhos.
estou vendo as portas abertas ao meu redor.
estou abrindo outras com minhas atitudes.

só queria compartilhar a felicidade e voltar ao mundo real, que é muito mais divertido.

bjs, me twitta: @brupsicosta

5 de julho de 2010

Meu Passado e o meu Aqui-e-Agora

Hoje tive uma experiência bem legal.
Estava arrumando o quarto, e achei minha agenda de 2005. Lá, tinham vários recortes de um jornal que eu costumava ler na escola, enfim, achei uma matéria entitulada: O AQUI-E-AGORA.
Nessa matéria, se falava sobre ele, e sobre como temos que aproveitar o hoje, se dando conta do nosso passado e do futuro que queremos criar com esse nosso hoje. A matéria era de uma psicóloga e o legal disso é, que hoje, 5 anos depois, eu estou fazendo Psicologia e me identificando muito com a Psicologia Humanista que traz como princípio o Aqui-e-Agora. Naquele ano, eu não sabia disso, mas, li a matéria, recortei do jornal, sublinhei uma linha em especial e colei na agenda. Em pensar, que lá, naquele dia, eu já estava construindo meu pensamento e já tinha um principio de vida, que hoje, em 2010, rege também um princípio profissional.
Vou deixar aqui a parte que sublinhei em 2005 e que hoje também fez sentido pra mim.
Para resolver a culpa, é necessário se auto-perdoar e aceitar que você tem direito de errar. 
Para as mágoas, perdoar o outro, pois ele também tem direito de errar.
Para a ansiedade, trabalhar a confiança.

Espero que faça algum sentido pra você, leitor!  (bem machado de assis isso, hehehe)

Com muitos sorrisos.
Bru.